Instituto Superior Técnico

Observatório de Boas Práticas do IST

Archive for the ‘Ambiente’ Category

Técnico – Campus Sustentável

segunda, setembro 28th, 2020

Infraestruturas 2020

Mário de Matos (Campus Sustentável)

Implementação da Boa Prática

O projeto “Técnico – Campus Sustentável” começou no início do ano de 2012 e tem sido, desde então, promovido pelos órgãos centrais do Instituto Superior Técnico (IST) como polo dinamizador da implementação gradual de uma política de sustentabilidade ao nível universitário.

A gestão do uso dos recursos energéticos e hídricos é acompanhada por uma equipa permanente que propõe cotidianamente, de forma articulada com a gestão operacional do IST, ações concretas de melhoria do desempenho energético e hídrico das instalações, num esforço coletivo de redução dos consumos.

O projeto foi idealizado com o objetivo de melhorar a eficiência energética/hídrica nos campi através da implementação de um regime efetivo de gestão do uso dos recursos, energia e água, com resultados significativos ao nível da redução dos encargos com a fatura do IST. Por outro lado, o projeto pretende desde sempre envolver toda a comunidade de estudantes e investigadores, através da aplicação prática no campus de competências internas e procurando estimular o conhecimento existente sobre matérias relacionadas com a eficiência, e a implementação de um campus sustentável.

As principais ações implementadas foram: primeiro a realização de Auditorias Energéticas e Hídricas, muito aprofundadas, a todos os edifícios dos campi do IST, que incluíram um estudo e avaliação de medidas de conservação de energia e de preservação do consumo da água; depois, a instalação de Sistemas de Monitorização permanente com sub-monitorização sempre que tal se justifique, dos consumos de eletricidade, gás natural e água; e, por último, o estabelecimento de uma política efetiva de gestão da energia e do consumo da água, centrada na análise sistemática dos dados fornecidos pelos sistemas de monitorização que são confrontados com a informação recolhida em auditoria e diagnóstico no terreno. Estas tarefas são executadas por recursos humanos internos com qualificações específicas na área da gestão da energia e auditoria energética.

Resultados Alcançados

As Medidas de Conservação de Energia implementadas desde 2012 no campus da Alameda, o maior dos campi do Instituto Superior Técnico (IST), permitiram alcançar no último ano de 2019 uma poupança de 25% no consumo de energia quando comparado com os valores dos consumos médios anuais de há 10 anos. O campus da Alameda consome agora, para desenvolver as mesmas atividades, menos um quarto (1/4) da energia elétrica que consumia há uma década atrás, apesar do número de alunos matriculados ter subido no mesmo período, e não tendo havido medidas de investimento importante na melhoria de equipamentos energéticos, devido às restrições orçamentais nas universidades. Em relação ao ano de referência de 2011 a redução é de 22%. O ano de 2011 foi assumido como o ano base (baseline) para contabilização dos resultados do projeto, por ser o ano precedente ao arranque do projeto “Técnico – Campus Sustentável” e porque apresentava um consumo inferior a todos os anos do quinquénio anterior.

Apesar de um aumento médio superior 30% nos custos do tarifário entre 2011 e 2019, a fatura da energia elétrica do campus da Alameda foi em 2019 inferior em 230 mil Euros à fatura do ano de 2012 (primeiro ano completo com o IVA na eletricidade a 23%), sem perda de serviço.

Por outro lado, as variações anuais inferiores a 1%, obtidas em anos consecutivos durante o triénio 2016-2018 no campus da Alameda, demonstram inequivocamente que o consumo de energia neste campus está controlado, a poupança é persistente, e os resultados alcançados na melhoria do desempenho energético do campus estão consolidados para o atual nível de investimento nas infraestruturas e equipamentos energéticos.

Desde o início do projeto, contabilizando apenas o campus da Alameda foi evitado o consumo de 15,9GWh em eletricidade, equivalentes a 3.420tep em energia primária, e representando um total de 7.477tCO2eq em emissões de GEE associadas que foram evitadas.

Em relação à melhoria da eficiência hídrica no campus da Alameda, desde o início do projeto “Técnico – Campus Sustentável”, os resultados obtidos com a fatura anual demonstram uma redução progressiva muito acentuada dos consumos de água no IST. Os resultados na fatura revelam que o consumo anual de água em 2019 foi cerca de 61% inferior face ao consumo de referência do ano de 2011.

Em 2019 o consumo total de água no campus da Alameda foi de 53.986m3, contrastando com valores superiores a 130 mil metros cúbicos por ano no início desta década. Assim, para o ano passado a poupança financeira anual associada à redução do consumo foi superior a 315 mil Euros.

Contabilizando desde o início do projeto, e uma vez mais tomando a baseline de 2011, as poupanças de água são de 473.507m3, representando valores financeiros superiores a um milhão e meio de euros nas faturas de abastecimento de água ao campus da Alameda.

Nos últimos 4 anos, tem-se verificado que os consumos de água continuam a decrescer consecutivamente, mas a um ritmo menos pronunciado.

Avaliação e Monitorização

A avaliação dos resultados é atestada por comparação dos valores faturados ao Instituto Superior Técnico (IST) pelas empresas distribuidoras de água e energia. Escolhido o ano de 2011 como o ano base (baseline) para contabilização dos resultados (ano anterior ao início do projeto “”Técnico – Campus Sustentável), as faturas relativas aos consumos anuais ulteriores são confrontadas com os valores dos consumos de baseline. A monitorização é realizada por medição dos consumos através dos Sistemas de Monitorização instalados, com a verificação dos resultados por comparação com as faturas globais.

Para determinação dos custos financeiros evitados com a fatura da eletricidade, aos preços praticados pelo comercializador em cada ano para o custo unitário do consumo de energia (blended cost per kWh) é aplicado o consumo do ano de 2011, determinando-se a diferença para a fatura atual do ano respetivo. Aplica-se o mesmo método para as outras formas de energia. Aos preços de cada ano correspondentes ao custo global por metro cúbico de água consumida é aplicado o consumo do ano de 2011, sendo considerados como custos financeiros evitados os que resultam da diferença para a fatura atual em cada ano do projeto.

Constituem propostas de melhoria com elevado impacto, que já foram identificadas, a otimização e atualização permanente do website do projeto, tal como a realização de novas campanhas de informação e sensibilização da comunidade académica, as quais seriam estabelecidas com uma periodicidade regular, divulgando o compromisso do IST com o aumento da sustentabilidade. Por um lado, para relembrar a todos a atualidade da necessidade de racionalizar o uso da água e da energia, e, por outro, alcançando os utilizadores mais recentes dos campi do IST, iniciando uma consciência coletiva logo desde a entrada dos novos alunos a cada ano académico.

Outra proposta de melhoria relevante já identificada seria a integração plena dos recursos humanos afetos ao projeto, incorporando-os em definitivo na estrutura orgânica do IST enquanto núcleo operacional autónomo, com competências e responsabilidades próprias, desempenhando as suas funções como até aqui. É uma proposta de continuidade efetiva e consolidação dos objetivos do projeto a médio e longo prazo na instituição. Permitiria combinar e harmonizar metas de funcionamento e desenvolvimento dos campi com uma constante otimização da eficiência no uso dos recursos, de uma forma mais eficaz, produzindo melhorias tangíveis evidentes.

Carácter Inovador e Transferibilidade

Foram colocados contadores em locais onde antes não eram registados consumos, e foi definido um plano de leituras regulares dos consumos de energia e da água por edifício. Esta tarefa permitiu iniciar um processo de avaliação rigoroso dos indicadores energéticos e carbónicos específicos de cada edifício e iniciar uma política de gestão dos consumos baseada numa monitorização permanente.

Medidas de Conservação de Energia associadas a níveis de investimento nulos ou admitidos pela gestão operacional dos campi foram implementadas. Incluíram a divulgação de melhores práticas com orientações sobre economia de energia, tendo envolvido os gestores dos edifícios, técnicos da manutenção e outros funcionários do Instituto Superior Técnico (IST). Recorrendo a uma monitorização contínua em tempo real do consumo de energia, foi conferida uma maior atenção a todos os equipamentos energéticos que funcionavam desnecessariamente e foram estabelecidas rotinas de comando mais rigorosas nos horários de funcionamento dos equipamentos, assim como um controle e a inspeção aos sistemas de AVAC individuais dispersos pelos campi, em coordenação com o Núcleo de Manutenção do IST.

A monitorização permanente dos consumos de água, associada a uma intervenção imediata sempre que necessário, assim como uma cuidada manutenção das redes de distribuição no interior dos campi, permitiram evitar qualquer situação atípica de perdas ou consumos excessivos. Pequenos investimentos cabimentados pelo orçamento de gestão corrente do Núcleo de Obras do IST tornaram possível a realização de pequenas reparações cirúrgicas para suprimir as fugas relevantes na rede de distribuição de água no interior dos campi.

Por último, a inspeção rotineira por parte dos operacionais de segurança do Núcleo de Higiene, Saúde e Segurança do IST no final da atividade diária nos campi, e o subsequente reporte imediato à coordenação centralizada, tem vindo a possibilitar a correção oportuna de situações de desperdício por má utilização ou negligência.

A dedicação integral, e em exclusividade, de uma equipa interna com competências profissionais específicas na área da gestão da energia e auditoria energética, que são as adequadas para o desenvolvimento das atividades do projeto, com o contributo da articulação das intervenções com os núcleos operacionais do IST referidos acima foi o fator determinante para o sucesso dos resultados alcançados até agora com o projeto “Técnico –- Campus Sustentável”.

 

Plataforma de Boleias (Carpooling) do Técnico Lisboa

quinta, julho 26th, 2018

Infraestruturas ● 2018

Mário de Matos (Campus Sustentável)

Implementação da Boa Prática

O Carpooling é um meio de reduzir os custos associados às deslocações das pessoas em transporte individual motorizado. É uma modalidade de transporte, usualmente incluída nos modos de transporte partilhado não individual, que tem progressivamente vindo a ganhar adeptos a um nível global, inclusivamente sendo promovida pelas autoridades públicas em alguns países com regras especiais beneficiadoras dos utilizadores.

Consiste em partilhar um veículo motorizado, quando diferentes pessoas se juntam numa mesma deslocação, dividindo as despesas em acordo e convivendo umas com as outras. Poderá ser de casa para o trabalho e vice-versa, ou outro percurso qualquer, desde que os compartilhantes tenham destinos e horários quási-coincidentes.

É em tudo semelhante a uma boleia, a qual é oferecida, requisitada e ou combinada através do recurso a uma plataforma digital de utilização intuitiva.

A Plataforma de Boleias do Técnico-Lisboa é uma infraestrutura de Carpooling exclusiva para servir a comunidade académica do IST, a partir da qual é possível a partilha de viagens ou deslocações em automóvel de, para, e entre os campi (Alameda, Taguspark e CTN), por todos os que estudam e trabalham no Instituto Superior Técnico.

A plataforma está situada no endereço de rede https://carpooling.tecnico.ulisboa.pt, mobile App (“Técnico Lisboa Carpooling”) pode ser descarregada a partir da “Play Store” ou da “App Store-Apple”. O acesso funciona com as credenciais CAS do acesso ao sistema Fénix, pelo que o acesso à plataforma é exclusivo à comunidade IST. O registo é feito preenchendo o formulário de inscrição disponível no website e clicando no link de ativação fornecido no email enviado para o endereço indicado pelo utilizador. Apenas é necessário acesso à Internet e um navegador atual da Web, ou em alternativa, um dispositivo móvel com a versão atual do iOS ou com Android versão 4.4, ou posterior.

A plataforma foi lançada no dia 15 de setembro de 2017, véspera da Semana Europeia da Mobilidade 2017.

Resultados Alcançados

Com este modo de transporte partilhado entre utentes dos campi do IST, reduzem-se custos em combustível, em portagens, e em estacionamento no interior da cidade; reduz-se a poluição do ar, as emissões de carbono associadas, a densidade de tráfego em Lisboa e a necessidade de lugares de estacionamento.

Entre o dia 15 de setembro do ano passado e o final do mês passado, decorreram 5 meses e meio de existência da plataforma. Neste período inscreveram-se 812 (oitocentos e doze) membros da comunidade académica do IST, alunos, professores e funcionários, com um total de 273 veículos motorizados registados. 52 condutores colocaram na plataforma ofertas de viagens, correspondendo a um total de 62 itinerários com percursos e horários diferenciados.

Assim, a plataforma disponibilizou 4619 viagens, correspondendo a 14.424 lugares de boleia disponíveis e a cerca de 184.777km percorridos com oferta de transporte.

A coincidência de interesses em horários e percursos iguais em distâncias pequenas (deslocações diárias de acesso aos campi do IST) constitui uma das maiores dificuldades na aderência generalizada a este modo de transporte, pelo que se observou que, apesar do elevado interesse demonstrado na fase de inscrição, a concretização (avaliada com base nos registos da plataforma) de boleias é ainda pequena. De notar que a plataforma possibilita um primeiro contacto entre as pessoas, mas não obriga a que as comunicações entre elas passe pelos meios da plataforma, pois uma vez postos em contacto, utilizadores poderão combinar viagens por contacto direto, não ficando estas contabilizadas nos registos da plataforma.

Durante o período referido acima, constam nos registos da plataforma 37 passageiros transportados num total de 1100km. Este é um resultado que poderá ser impulsionado incentivando o registo das viagens na plataforma pelos utilizadores que entram em contacto direto, mas também aumentando o número de utilizadores da plataforma através de ações de divulgação e promoção ao nível central do uso da Plataforma de Boleias como meio de transporte alternativo e vantajoso.

Também se justificaria uma maior exposição nas redes sociais, através por exemplo do Facebook IST, dando maior visibilidade aos aspetos precisamente da convivência social e preocupações ambientais a que este modo de transporte está ligado.

Valerá a pena um esforço adicional de promoção de uma maior utilização da plataforma como modo de transporte rápido e confortável intercampi, pois foi precisamente esta uma das razões na génese do estabelecimento de mais esta oferta de mobilidade aos membros da comunidade académica.

Por último, a alteração, de forma progressiva, dos comportamentos dos condutores com opção pelo ótimo coletivo em detrimento da inflexibilidade de horários, das atividades e privacidade de cada um levará com certeza à criação a um maior interesse por quem ainda não aderiu, à existência de uma maior oferta, e consequentemente a um maior uso da plataforma.

Avaliação e Monitorização

A avaliação e monitorização dos resultados do uso da Plataforma de Boleias do Técnico-Lisboa, com a contabilização das distâncias percorridas, número de passageiros, frequência, veículo utilizado, campus do IST – sempre que as boleias são registadas na plataforma –, é realizada através da administração da própria plataforma, sendo os resultados compilados em relatórios produzidos pelo sistema.

Para além disso, a plataforma contempla um sistema de classificação dos utilizadores do tipo gaming com um critério de pontuação atribuída em função do registo e do número de acessos que cada utilizador faz à plataforma, do registo da boleia permanentemente ou ocasionalmente, convite a amigos para uso da plataforma, aposição de um avatar, etc.; e com pontos negativos atribuídos ao cancelamento de itinerários.

Existe ainda um subsistema automático de ordenação de condutores por número de passageiros transportados, entre todos os condutores inscritos na plataforma.

Por outro lado, a principal desvantagem normalmente apontada aos sistemas de Carpooling está relacionada com a incerteza com a segurança, uma vez que as pessoas que irão partilhar a viagem não se conhecem à partida. No entanto, a exclusividade desta plataforma atenua este aspeto menos positivo. O facto de a plataforma pertencer a uma comunidade circunscrevida simplifica ainda a verificação da existência de pessoas conhecidas ou amigos comuns entre condutores e passageiros. Neste contexto, a plataforma possui um sistema de apreciação por estrelas de 1 a 5, sendo possível avaliar cada viagem para melhorar o serviço e aumentar a confiança entre os utilizadores-passageiros. Permite ainda a introdução de comentários pelos passageiros acerca dos condutores, os quais ficam visíveis para outros utilizadores da plataforma.

A plataforma é intuitiva, no entanto, a introdução online de um manual de utilização da plataforma que inclua sugestões promovendo a sua utilização, constitui uma das propostas de melhoria que serão efetuadas a muito breve prazo.

Outras propostas de melhoria já identificadas e que estão a ser analisadas quanto à sua exequibilidade e eficácia contemplam a eventual reserva de lugares de parqueamento nos campi a veículos que, comprovadamente, pratiquem o Carpooling, e prémios aos condutores com melhor classificação no Carpooling.

Outra medida em estudo é a promoção da plataforma com cartazes de publicitação outdoors, os quais seriam colocados preferencialmente nas portarias de acesso de viaturas aos campi.

Carácter Inovador e Transferibilidade

A plataforma oferece uma solução de transporte mais económica e sustentável, contribuindo para cumprir com as preocupações ambientais no âmbito da responsabilidade social do Instituto Superior Técnico e difunde uma imagem positiva e inovadora.

É possível reduzir os custos de transporte dos automobilistas até 75% em carros normais (com reduções superiores em carrinhas vans), e os custos de parqueamento na área circundante ao campus da Alameda. Os problemas de estacionamento no interior dos campi são minimizados.

Toda a comunidade académica que continua a considerar o automóvel como meio de transporte preferencial para se deslocar para o Técnico, pode recorrer à plataforma para reduzir a sua pegada ecológica não alterando, contudo, o seu meio de transporte.

Esta plataforma pretende ser a forma mais simples e eficaz de reduzir os custos das viagens para o Técnico em automóvel, com um impacto muito positivo no ambiente e na redução dos consumos energéticos associados à mobilidade da comunidade académica, contribuindo para a sustentabilidade dos campi, evitando problemas de estacionamento e ajudando a descongestionar a cidade de Lisboa.

Com recurso à Plataforma de Boleias do Técnico-Lisboa, todos os que estudam e trabalham no Técnico poderão também ter mais tempo para descontrair e conhecer melhor cada um dos seus outros parceiros de viagem, desenvolvendo e melhorando as relações humanas na academia através da convivência e da troca de experiências durante as deslocações compartilhadas e tornando as viagens menos rotineiras, monótonas ou aborrecidas.

O interesse por entidades externas ao IST na plataforma tem vindo a ser demonstrado com consultas de outras empresas ao projeto IST-Campus Sustentável que tem a competência de gestão da plataforma, neste momento. As consultas visam fundamentalmente averiguar e obter elementos acerca da experiência do IST no uso desta forma de disseminação de transporte partilhado. Destacam-se, pelo número de reuniões realizadas, os interesses específicos da empresa “Navigator” e da empresa “Hovione”, também mecenas do IST, cuja área de sustentabilidade solicitou acesso temporário à plataforma com a finalidade de desenvolver testes e provar a sua usabilidade, tendo esse acesso sido concedido pela DSI em condições excecionais e apenas para esse efeito.

Quanto maior for a escala, muito melhor será o funcionamento da plataforma porque maior será a probabilidade de encontrar interesses coincidentes entre condutores e passageiros.